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"A quantas coisas eu já tive que dar adeus?
Com uma lágrima escorrendo pelos olhos,
Ou com um sorriso despreocupado estampado no rosto.
Preocupado com o que viria pela frente,
Ou despreocupado tendo a certeza do caminho que eu deveria seguir.

A vida é o clichê mais verdadeiro que existe
Que diz que nada fica e que tudo se vai
Que tudo tem um fim e que nada é para sempre.

Quantos amigos, quantos amores e quantas pessoas?
Se foram, e eu disse adeus.
Ou não disse mas ficou implícito pelos ares...
Quantos objetos que eu ainda queria ter guardados na estante.
Quantas fotos que eu queria ter guardado ao invés de rasgado.
Quantos livros eu tive que fechar?
Quantos filmes eu chorei ao ler "Fim".
E o vira-tempo, cadê?
Se foi, não existe mais...

A vida é o clichê mais verdadeiro que existe
Que diz que nada fica e que tudo se vai
Que tudo tem um fim e que nada é para sempre.

A gente vive uma sabedoria constante
E entre todas as sabedorias mais penetrantes que eu tive
É que dentro do clichê que a vida explica, fica implícita uma simples coisa:
Que nada fica e que tudo se vai
Mas que por dentro o que é bom prevalece.

E no fim, as memórias que a gente guarda do que não fica,
têm um pedaço eterno dentro de cada um de nós.

E quebrando mais uma vez o clichê da vida, digo:
As vivências são finitas, mas a sabedoria que a gente carrega conosco não tem fim.

O que a gente vive se vai.
O que a gente aprende vivendo fica.

E é isso o que somos
Seres humanos passageiros do tempo,
Mas eternos sábios da vida."

João Pedro Bueno, SABEDORIAS.

O que eu vivi aqui eu carregarei comigo, no peito. Deixo pra trás mas continuo em frente. Em frente.

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